23 de mai. de 2010

Acho que alguém aqui pirou


... e eu ando desconfiada que sou eu... ou todo o resto do mundo.

Parece que o mundo todo está maluco. Os valores se inverteram e respeito, carinho, amizade e mesmo amor não significam mais muita coisa...
Aconteceram coisas essa semana que foram muito difíceis de entender. Não quero abrir publicamente, mas basta dizer que em um primeiro momento me magoaram profundamente.
Não é fácil ser acusada por algo que jamais passou pela sua cabeça. Não é fácil não ter direito de se defender... enfim... é uma pena...
Por outro lado, normalmente quem acusa tem mais culpa do que o acusado. Os valores se inverteram...
E ainda pensando numa terceira via, na terceira margem do rio, comecei a me sentir melhor quando me dei conta que tudo isso acontece porque eu sou muito boa mesmo.
Desculpem-me pela arrogância... hoje eu mereço...
Eu sou a melhor mulher que pode existir... tá bom... estou exagerando... mas hoje eu posso... só por hoje...
Eu sou bonita, interessante, inteligente, bacana, muito bacana, amiga, companheira... entre outras coisas que não vou colocar em público (hahahaha...). Sorte vai ter o cara que me conquistar, porque essa é a parte mais difícil.
Enfim... é por isso que eu provoco, sem querer, algumas invejas e iras e acusações infundadas... mas quer saber? Tenho pena... e que se danem!
Eu sou muito maior do que tudo isso!

P.S. 1 – Devolvi o famigerado BlackBerry! Mas logo, logo terei meu smartphone...
P.S. 2 – Vinho tinto... estou apaixonada...
P.S. 3 – O conhecimento é algo maravilhoso... fantástico... enriquecedor... descubram!

Acho que alguém aqui pirou
Eu ando desconfiado que esse cara sou eu
Às vezes acho que eu não produzo nada
Às vezes sei eu viajei errado
Às vezes acho que eu sou excluído
Do paraíso
Às vezes acho que o centro do universo
Está no meu umbigo
Acho que alguém aqui pirou
Eu ando desconfiado que este cara sou eu
Todo dia quando eu entro no banheiro
Está tudo lá
Da escova para cabelo ao fio dental
Tem dias que eu olho no espelho e falo
Tai um cara legal
Tem dias que eu tenho a convicção
De que eu não sou normal
Tem dias que eu to puto
Alguns dias maluco
Graças a deus a maioria dos dias eu estou contente
Também tem os dias doentes
Mas esses, eu sei, fazem parte da vida
Esses fazem parte da vida
(Sanatório – Tianastácia)

16 de mai. de 2010

E a paz que busco agora nem a dor vai me negar


Hoje não estou muito inspirada para escrever... mas em respeito a vocês, vou tentar extrair alguma coisa de mim... provavelmente vai ser revolta... me perdoem...

Minha vida está realmente uma loucura... tempo se tornou um artigo de luxo na minha vida. O trabalho – sempre – e agora o mestrado também têm me consumido. O resultado é que estou vivendo no automático. Esquecendo coisas, deixando de lado outras... deixando muitos amigos e pessoas queridas de lado... não alimentando o meu capital social...

No meio disso tudo, queria otimizar o tempo... para isso, estava louca para adquirir um smartphone e mal sabia que isso se tornaria um pesadelo...

O BLACKBERRY CURVE 8520 DA VIVO É UMA FARSA!!!!

Então... fui à Vivo e, como já tenho uma linha de celular pós-pago, não queria fazer outra e tal... conversei com a vendedora e descobri que poderia adquirir o Blackberry, um sonho de smartphone, e ter um ano de internet grátis no aparelho. Maravilha! Perfeito para minhas necessidades. Comprei o bonitinho no dia 7, sexta-feira, e fui para Sorocaba no final de semana. Me garantiram que tudo estaria ativado em 24 horas... a linha de telefone ativou realmente... mas a tal internet grátis nada! Voltei na Vivo na segunda-feira... começou minha peregrinação... então fui informada que era problema de configuração e que na terça um técnico da Vivo, o simpático Evandro, estaria lá e poderia configurar pra mim. Voltei na terça e o Evandro tinha umas quatro pessoas para atender, todas com problemas que levavam no mínimo meia hora cada para resolver... como eu estava indo para Campinas a trabalho, não pude esperar... Evandro me disse que estaria lá na quinta... voltei na quinta, mas ele não foi... sábado ele estaria lá... voltei sábado... e... adivinhem? Nem o técnico soube resolver o problema!!!!! Enquanto isso, a internet realmente não ativa!!!!! Bem... no meio disso tudo, liguei umas 50 vezes para o call center da Vivo e fiquei esperando uma solução em vão.

Sábado eu já queria devolver o aparelho... aliás o Evandro me disse que isso acontece muito com esse aparelho... estou decepcionada, impotente, raivosa... tudo que vocês podem imaginar... já chorei de raiva... já quis jogar o tal Blackberry pela janela... isso é um descaso! Para falar o mínimo...

Amanhã tenho que voltar na Vivo... porque eles pediram 48 horas para tentar resolver o problema... e até agora nada.

Comprei um aparelho caro, muito caro, um dinheiro que não tenho sobrando, para agilizar a minha vida e ganhei um problema... e não tenho tempo para ficar resolvendo pepinos... estou muito puta!!!
Espero que semana que vem eu possa dar boas notícias pra vocês.

Bem, no meio de minha vida, lembrei-me de um conto de Machado de Assis, sobre a história de uma agulha e uma linha que resolveram discutir quem era mais importante na hora de costurar. A linha, toda orgulhosa e cheia de si, alegava que era ela quem unia o pano, prendendo um pedaço no outro. Já a agulho dizia que era ela quem abria o caminho para ela passar, indo por onde ela mandava.

Quando chegou a noite do baile, a baronesa vestiu o vestido e quem foi com ela ao baile foi a linha, enquanto a agulha teve que ouvir suas galhofas e ficar na caixinha escura da costureira.

O conto termina com a seguinte frase:

“Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária”.

Pois é...

2 de mai. de 2010

That´s the one place that we both know


Fiquei uma semana fora do ar... nem preciso dizer que estava trabalhando muito e, mesmo assim, ainda não dei conta de tudo...

Mas vamos às news...
No outro final de semana, minha mãe esteve aqui e fizemos muitas coisas legais...
Não posso reclamar da vida não (e tenho reclamado, que puxa!)... tenho feito muitos programas bacanas... restaurantes, teatro, cinema... tem sido bom...
Voltando à mamãe... foi um excelente final de semana que curtimos, só eu e ela...
Fomos ao teatro e assistimos Amigas, pero no mucho. Engraçadíssima! São quatro atores que se vestem de mulher e interpretam quatro amigas, que no decorrer de um dia juntas percebem que nem são tão amigas assim... é o universo feminino, misturado com o masculino... foi muito boa mesmo.
Também fomos, no domingo, ao Parque do Ibirapuera na exposição do Roberto Carlos. Bem cara de mãe, né?! A exposição está muito bem organizada e, apesar de não uma mega fã do Roberto Carlos, curti ver um pouco da história dele... foi bacana!
No meio disso tudo, adquiri uma cafeteira Nescafé Dolce Gusto e fiquei viciada... faço café todo momento... hahaha... inclusive vou fazer um agora antes mesmo de terminar esse post. Eu recomendo... o café sai cremoso, com cheirinho de café de mãe, de vó... espumante... tem vários sabores... latte machiato, cappucino, chococino, expresso... para todos os gostos mesmo...
Próxima meta: um smatphone! Preciso estar conectada onde estiver... aí mesmo que não vou parar de trabalhar.

É claro que fui assistir Alice no país das maravilhas. Em 3D, como deve ser.
Devo dizer que esperava mais do filme... nesse ponto, os críticos estavam certos. Tim Burton + Johnny Depp já produziram momentos melhores e mais emocionantes... mas não deixa de ser fantástico... visualmente é um deslumbre, é um clássico da literatura, é Alice, é Johnny Depp e ainda tem a Rainha Vermelha, que arrasa! Então, valeu cada segundo usando aquele óculos desconfortável...

Também tenho regado minha vida de algumas lágrimas (de vez em quando!) pelo que ainda não me basta, tenho regado também de saquê e mais teatro (acabei de chegar de outra peça deliciosa!)... alegrias muitas, trabalho muito, tempo pouco, mas ainda algumas faltas... ainda me faltam algumas borboletas...

"I can be pensive, you can be so sure
You'll be the poison, you'll be the cure
I'm alone on the journey
I'm alive none the less
And when you do your very worst mmm
It feels the best"
The poison – The All American Rejects (trilha do filme Alice in Wonderland)

18 de abr. de 2010

Fran in Wonderland




Essa semana estreia o mais novo filme de Tim Burton, o diretor fantástico e inventivo que dirigiu Edward – Mãos de Tesoura, A Fantástica Fábrica de Chocolate, Batman, Sweeney Todd, A Noiva Cadáver, entre tantos outros.

E o filme da vez, todos sabem, é Alice no País das Maravilhas (Alice in Wonderland).

Gostaria de estar lá... na estreia. Mas sinto que vou me estressar com as filas, a demora e o cinema lotado... então provavelmente vou segurar minha ansiedade e irei em um outro momento...

O problema de ir para o país das maravilhas (e, acreditem, estive lá recentemente!) é ter que voltar sem aviso prévio ou qualquer notificação.

Mas Alice tem a possibilidade de voltar para Wonderland... nessa versão de Burton, nossa protagonista não é mais uma criança. Já é adulta e volta para o país (do qual ela se lembra vagamente) onde esteve quando criança... tudo para fugir de uma situação, a qual ela não quer encarar.

Já ouvi dizer (e creio que seja verdade) que quando você não sabe o que quer fica difícil conseguir atingir qualquer objetivo... por outro lado, quando não se sabe o caminho, qualquer lugar serve... Wonderland é só um detalhe.

De fato, não sei o quero... não queria, mas caí no buraco, segui o coelho branco, e estava atrasadíssima...

Sem aviso... sem explicação... me mandaram de volta...

Mas, se eu não queria, não deveria estar feliz por estar de volta? Pois é... não foi assim... Wonderland, com todas as suas viagens para dentro de si mesmo, faz estragos, lhe traga, lhe drena, com uma força tão incomum... fica difícil não querer estar lá, apesar de todos os ganchos... e traumas...

Bem... vamos conferir essas aventuras... as da Fran... e as de Alice...

I found myself
In Wonderland
Get back on
My feet again

Is this real?
Is this pretend?
I'll take a stand
Until the end
I - I'll get by
I - I'll survive
When the world's crushing down
When I fall and hit the ground
I will turn myself around
Don't you try to stop me
I - I won't cry

Avril Lavigne (trilha do filme Alice no país das maravilhas)

11 de abr. de 2010

Bust in the door and take me away



Algumas coisas mudam com o tempo… e com o melhor que provamos…
Deixe-me ver se consigo explicar...

Quando você mora numa casa pequena, aquele é o seu universo e está bem daquele jeito... quando você muda para uma casa maior, mais bonita, num bairro melhor, você se pergunta como morou tanto tempo numa casa inferior...

Assim é a vida...

Tenho descoberto muito disso em mim... e me surpreendo comigo mesma...

Por exemplo... não gosto mais de chocolate. Sério... Esse dias, por pura e total gula, comi uma barra de chocolate normal... parecia açúcar pra mim...

Mas um bom chocolate amargo, daqueles 70% cacau, da Kopenhagen... nossa... tudo de bom. E aquele da Lindt, 85% cacau? Maravilhosos! Comprei algumas caixas quando passei no Free Shop do aeroporto e penso que preciso viajar novamente só para usufruir dessas maravilhosas, fininhas e suculentas barrinhas.

Mas não consigo mais comer um sonho de valsa... incrível... porque eu era viciada.

Outra coisa que reparei foi meu momento soninho... hora de dormir... não consigo mais dormir em um colchão normal depois de experimentar o colchão de molas, de casal, numa cama box. Que delícia! E, de quebra, tem o lençol de 200 fios... nunca pensei, sério mesmo, que um lençol de 200 fios fizesse tanta diferença. Mas faz... acreditem em mim. Meu desejo agora é adquirir um cobertor daqueles fofinhos... imagine... no inverno deve ser fantástico! Um sonho...

Então... esse post até parece de uma pessoa fresca, burguesinha... hahahaha... mas quem me conhece, sabe que estou longe disso.

Minha família é super simples, descendentes de italianos que amam pão, massas, molhos... e amam reunir a família em torno dos “nonos”... além de um vinho tinto seco, óbvio... e eu cresci assim, sem grandes frescuras.

Mas meu lado libriano me impele a gostar das coisas boas da vida... e se eu puder usufruir delas, como fruto de meu trabalho – e como trabalho – por que não?

Outra descoberta são os vinhos e demais bebidas destiladas... em Bauru, durante a faculdade, tomava vinho chapinha, ou aqueles de garrafão, nos luais que fazíamos no Vitória Régia... bons tempos... o vinho chegava a manchar o copo... hilário...

E as vodkas... Balalaica misturada com soda... meu Deus... não sei como meu fígado sobreviveu...
Hoje, meu corpo não suporta vodka... nem Absolut... e vinho... tem que ser um bom chileno, no mínimo... que adoro tomar em boa companhia... sem manchar a taça.

Adoro um bom Jack Daniels também, com água de côco de preferência... ou ainda uma caipirinha de saquê...

E por falar em saquê... troquei as comidas italianas pela comida japonesa, que descobri graças a minha amiga japa Cíntia... justo eu, que sempre desgostei de peixe... hoje sou apaixonada... principalmente salmão... no sashimi ou de outro jeito...

É pecado gostar daquilo que é melhor... o melhor? Não é não...

Quem dera todo mundo pudesse ter a chance de descobrir o melhor... e olha que eu sinto que ainda nem comecei e tem muito ainda para eu descobrir...

E lá vem meus P.S.s...

P.S. 1 – Uma alegria, de borboletas, invadiu meu final de semana... reacendeu e entrou na minha tarde vazia...

P.S. 2 – Eu tenho um amigo, que está longe, mas que eu amo há anos, de paixão... a melhor pessoa do mundo, o melhor coração do mundo... que eu morro de saudade... essa semana falei com ele... que alegria! Cassy... te adoro pra toda vida!



P.S. 3 – Esses dias atrás também falei com uma amiga que não falava há tempos... Denise... minha companheira de pitangas e descontrol... rs... adorei falar com ela... e matar a saudade.
Nostálgico...

“Comparisons are easily done
Once you've had a taste of perfection
Like an apple hanging from a tree
I picked the ripest one
I still got the seed
(…)
Cause when I'm with him
I am thinking of you
Thinking of you
What you would do if
You were the one
Who was spending the night
Oh I wish that I
Was looking into your...
Your eyes
Looking into your eyes
Looking into your eyes
Oh won't you walk through
And bust in the door and
Take me away”
Katy Perry

4 de abr. de 2010

Can we fast-forward to go down on me?


Please… já passou da hora. Já demorou demais.
E o que acontece?

É você mesmo... wake up!
Venha ver como está tudo do jeito que você quer.
Imagine quantos dias e noites estamos perdendo simplesmente porque você teima em não chegar.
Por que faz isso? Não vê que está perdendo tanto quanto eu?
Mas se você não vier, paciência... vou continuar por aqui...
A vida não terá as mesmas borboletas, mas virão outras.
Sei que seria bem melhor se fossem as suas borboletas... tenho certeza que a cor da manhã seria mais intensa...
Talvez seja esse o problema... medo de ser pleno... parece demais para seres humanos tão imperfeitos.
Na minha total imperfeição, eu tento aperfeiçoar tudo em mim, não sei pra quem... ou melhor, sei... é pra você!
E você é... amor próprio, é expensive taste, é seguro de si, é um macaquinho no sótão... mas anda distraído.
Ah... quer saber? Enquanto você se distrai tanto... eu me distraio aqui... quem sabe, nessa distração total, a gente não se atrai?
Espaço é o que não falta... nem muitas borboletas!

P.S. 1 – Coelhinho da Kopenhagen trouxe um ovinho amargo pra mim... hahahaha...
P.S. 2 – Post total falta de assunto...
P.S. 3 – E pensar que quase escrevi sobre a teoria de Ferdinand Tönnies sobre opinião pública... não precisa pegar as facas... não vou publicar isso...

“Stop there and let me correct it
I wanna live a life from a new perspective
You come along because I love your face
And I´ll admire your expensive taste
And who cares divine intervention
I wanna be praised from a new perspective
But leaving now would be a good idea
So catch me up on getting out of here”
Panic! At the disco

29 de mar. de 2010

Guardei, sem ter porque, nem por razão, ou coisa outra qualquer


Hoje a pauta tem três assuntos...

Primeiro, não poderia deixar de falar dos Nardoni... o que a imprensa é capaz de causar na opinião pública, me deixou estarrecida. O julgamento virou a atração do ano... deu mais “ibope” que o show da Beyoncé.

Não estou aqui fazendo papel de advogado do diabo ou defendendo os culpados. É óbvio, é claro e é incontestável que eles são os culpados. Mas quantas Isabellas não existem, existiram e existirão sem que tenham tal público clamar por elas? E quantos casos como esses ficaram impunes? Quantos não tiveram o agendamento da mídia? São muitos, certamente...

E devo salientar que o mérito dessa exposição toda devemos ao promotor Francisco Cembranelli, que, desde o primeiro momento, não teve medo de se expor e trouxe toda a opinião pública para o seu lado. Senhoras e senhores, aplausos para ele!

E... The end!

 

Agora vem a parte cultural...

Assisti a dois filmes esse final de semana... e quero comentá-los.

 

Ele não está tão a fim de você, de Ken Kwapis, com um elenco estelar, que inclui Ben Affleck, Jennifer Aniston (a eterna Rachel), Drew Barrymore, Jennifer Connelly e Scarlet Johansson, entre outros atores tão bons e bonitos quanto, mas que não sei o nome, é um filme sessão da tarde chuvosa total...

Mas para mim, especialmente, foi uma injeção mais potente que Lexotan. Estava precisando dessa injeção, mais do que Chico Buarque, mais de chocolate, que estou há 40 dias sem comer... oba... posso voltar agora, já que é Páscoa.

E voltando ao filme... é um tapa na cara. Parem de arranjar desculpas para relações que não estão acontecendo. Clichê? Pode ser... o que importa mesmo é injetei o conceito clichê dentro de mim e, assim, vou encanar menos... Mas bem que eu precisava de um Alex na minha vida...

 

Assisti também ao último de Quentin Tarantino, Bastardos Inglórios. Bem Tarantino... até com a música Western e parênteses repentinos, que lhe são peculiar. Dividido em capítulos (dessa vez numa ordem cronológica), o filme mostra a França ocupada pelos nazistas na Segunda Guerra Mundial. Nesse cenário, um grupo de soldados americanos judeus, conhecidos como Bastardos,  infernizam a vida dos nazistas, matando a sangue frio e arrancando parte do couro cabeludo de qualquer soldado nazista que simplesmente apareça (lembra a cena da morte de O-Ren em Kill Bill). Muito sangue e violência, típicos de Tarantino, mas com o toque cool de um gênio do cinema. Um dos melhores...

 

Por hoje é só pessoal...

P.S. 1 – Vinho chileno é uma delícia...

P.S. 2 – Não aguentei e já comprei a trilha sonora do filme Almost Alice... boa demais!