23 de mai. de 2012
E a Xuxa continua dando o que falar...
16 de mai. de 2012
E o povo fazendo "bonito" no Prêmio Contigo
Aaaaaah... mas o mundo está salvo! A super mega ultra quadrilha do mal que "roubou" e divulgou as fotos da Carolina Dieckmann, e deixou o coraçãozinho dela em frangalhos, foi pega, estraçalhada e todos eles vão arder no mármore do inferno... e tivemos o direito de ver a entrevista - nada produzida - da própria Carolina, para a Patrícia Poeta, queridinha dos globais... um lágrima chegou a vir ali para o cantinho do meu olho... aquele olhar sóbrio, triste, coque no cabelo, terninho... óóóóó... fiquei tocada!
O mundo cibernético está salvo, Carolina! Graças a você!
9 de mai. de 2012
Agora podemos dormir em paz...
8 de mai. de 2012
A notícia que certamente vai mudar o eixo da Terra...
Então... acho que todo mundo já sabe (e se não sabe, em que planeta você vive?)...
A chatinha Carolina Dieckmann fez a caca de mandar o notebook para consertar com uma pastinha cheia de fotinhas nuas... hahahaha! Fala sério, né? Só faltou escrever na pastinha "Abra-me - estou pelada".
Foi a festa dos técnicos de informática!!!
Ainda me intriga a foto sentada na privada (isso é sexy?)... só falta virar moda... o que vai ter de perfil no facebook com fotos na privada... pessoas, isso definitivamente não é sexy! É melhor continuar tirando fotos no espelho fazendo biquinho, valeu!?
E eu estava preocupada com as mudanças da poupança... aliás, vejam também meu post sobre isso, um pouco mais sério... http://www.sobretanto.blogspot.com.br/2012/05/e-voce-entendeu-o-que-vai-acontecer-com.html.
26 de mar. de 2012
Inesquecível!

Chico Buarque... precisa dizer mais? Sábado eu estive bem perto dele e pude ver o porquê de ele ser a perfeição que é.
Tímido até a raiz da alma, Chico entrou, falou poucas palavras e saiu... no meio disso, ele cantou, encantou, deleitou-se e ainda deu dois bis! DOIS!!!
Cantou todas as músicas do novo CD, belíssimo, e sucessos que emocionaram toda a platéia que, para desespero de Chico, gritava “eu te amo”, deixando-o mais encabulado e fulo... ah! Chico... perdoa! As pessoas não sabem que essas manifestações estragam a sonoridade de sua voz, de seu violão e de seus músicos. Aliás, músicos tão perfeitos quanto ele. A melodia era irrepreensível, sem falhas!
Ele, quase sem falhas, pigarreou, olha só, em uma das músicas. Um charme só!
Ele quase não falou, talvez um tímido e baixinho obrigado quando gritaram “lindoooooo”. Mas o sorriso dizia tudo, tudo... que sorriso mais encantador!
O senhor Chico Buarque, já avô, ainda está com a vitalidade de um menino – deu até umas corridinhas pelo palco, a la Mick Jagger – e pareceu bem a vontade... ele estava a vontade, sim, afinal o palco é sua casa, seu lar, seu doce reduto...
Chico é lindo, sim, de doer... e em todos os sentidos!
Bastidores
Chorei, chorei
Até ficar com dó de mim
E me tranquei no camarim
Tomei o calmante, o excitante
E um bocado de gim
Amaldiçoei
O dia em que te conheci
Com muitos brilhos me vesti
Depois me pintei, me pintei
Me pintei, me pintei
Cantei, cantei
Como é cruel cantar assim
E num instante de ilusão
Te vi pelo salão
A caçoar de mim
Não me troquei
Voltei correndo ao nosso lar
Voltei pra me certificar
Que tu nunca mais vais voltar
Vais voltar, vais voltar
Cantei, cantei
Nem sei como eu cantava assim
Só sei que todo o cabaré
Me aplaudiu de pé
Quando cheguei ao fim
Mas não bisei
Voltei correndo ao nosso lar
Voltei pra me certificar
Que nunca mais vais voltar
Cantei, cantei
Jamais cantei tão lindo assim
E os homens lá pedindo bis
Bêbados e febris
A se rasgar por mim
Chorei, chorei
Até ficar com dó de mim
5 de fev. de 2012
Eu quero morar em Floripa!



25 de dez. de 2011
Esse ano eu vou comer lentilha…

Também não usei calcinha com alguma cor especial. Não tinha calcinha de cor nenhuma naquele dia... acabei comprando a cor da pele, que deve significar porra nenhuma... aí, deu no que deu... porra nenhuma.
Receita de ano novo
Carlos Drummond de Andrade
Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)
Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
15 de nov. de 2011
Santaella e outras coisitas mais

Lúcia Santaella arrasou no encerramento. Mesmo não gostando nada de semiótica (eu confesso!), eu adorei a palestra dela. É certo que ela não falou sobre semiótica... falou sobre McLuhan e me fez gostar mais desse teórico que transformou as ideias sobre comunicação.
Mas antes de falar sobre Santaella, vou falar de mim. Minha apresentação. Estou orgulhosa. E vou correr o risco de ser um pouco arrogante, mas gostei do resultado desse artigo, desse trabalho para o Interprogramas e de minha apresentação. Sinto cada vez mais segurança para falar sobre Habermas e sua assustadora esfera pública e mais segura também para dar andamento na minha dissertação. É isso que move meu mundo ultimamente e é isso que me faz bem. Sim, o conhecimento é apaixonante e viciante. Pobre daquele que ainda não entendeu isso.
“Os homens criam as ferramentas. As ferramentas recriam os homens”.
Marshall McLuhan
9 de out. de 2011
O mundo está chatinho demais

Na publicidade, não pode nada. Seja a propaganda da Hope, estrelada pela Gisele Bundchen, que ofende as mulheres, pois insinua que elas seriam objetos. Quisera eu ser um objeto assim!!! É por isso que eu falo sempre: morte à desgraçada que queimou o sutiã e ferrou com as nossas vidas! Mundo chatinho!
18 de set. de 2011
Num dia ensolarado, eu fui ao museu…
O Congresso foi excelente. Vi trabalhos interessantes, revi pessoas queridas, estive com pessoas bacanas e passei por provações também. Mas essas provações são aquelas que nos ajudam a melhorar e a evoluir.
Mas o que quero relatar aqui é que no meu “dia de folga”, o feriado ensolarado de 7 de setembro, eu fui... fazer um passeio histórico em Olinda e ao museu – o Instituto Brennand. Museu num dia bonito desses? Foi o que ouvi da maioria das pessoas... afinal, eu deveria ter ido para Porto de Galinhas...
Bem, vamos falar do passeio. Nos outros dias em Recife, eu caminhei pela praia antes de ir para o Congresso (praia quase vazia) e descobri que morar em frente ao mar é qualidade de vida. Como faz bem. Também fui ao Recife Antigo e conheci a cidade que nasceu em meados do século XVI, com todos os destaques das ruas e do Marco Zero.
E, finalmente, o Instituto Brennand, que tem uma réplica de um castelo medieval que abriga obras de arte maravilhosas e uma das mais importantes coleções de armas do mundo.
Vamos pensar: Porto de Galinhas... deve ser o paraíso na Terra (será?). Mas no feriado, quente, com sol, imagine a quantidade de pessoas que estariam lá. Gente de tudo quanto é jeito, lotando e sujando a praia, sem educação. Praia em um feriado transforma as pessoas em trogloditas. Vai por mim...
O atendimento: lotada a praia, claro que seríamos mal atendidos, pois os funcionários não dariam conta.
19 de ago. de 2011
Quanto vale?
“Eu que já não quero mais ser um vencedor
Levo a vida devagar pra não faltar amor”
Los Hermanos
Minha semana foi muito produtiva... muito RYCA, como diriam duas amigas fantásticas...
Sábado passado teve o aniversário do Gi, meu primo, no Chico Rosa, em Sorocaba. Foi ótimo! Tinha uma galera muito legal e eu me diverti bastante!
Domingo foi Dia dos Pais e teve almoço em família, com direito a toda a família, incluindo meus pais, o biológico e os demais.
E a semana começou assim... ainda tenho convivido com minha montanha-russa emocional, confesso... mas ela está cautelosa, sensata, eu diria até que controlada... estou sabendo muito bem como lidar com ela...
Eu não escolhi... a vida acadêmica me escolheu... sou levada por essa estrada... quase sem querer.
O título desse post não tem nada a ver com o post... para o que não tem a ver, vou deixar uma frase para ter a ver: sabe quanto vale o teu castelo? Não dou nem R$ 0,50... RS...
“No ar que eu respiro, eu sinto prazer
De ser quem eu sou, de estar onde estou”
Rita Lee
18 de jun. de 2011
E não é que Ele veio?!

Confesso que já perdi a fé no ser humano... é estranho como o ser humano complica o que é simples... como joga fora facilmente qualquer laço, afeto, amizade, sinceridade... aliás, sinceridade é artigo de luxo e costuma ferir... não sei por que. As pessoas deveriam estar mais dispostas a serem sinceras e ouvir as honestidades alheias...
Eu sou honesta até o último fio de cabelo... odeio hipocrisia... odeio fingir sentimentos que não tenho ou esconder aqueles que tenho... mas isso tem tornado a minha vida mais difícil... o ser humano adora a arte de enganar... o fingimento ainda é melhor arma para seduzir, conquistar, usurpar...
Sim... já perdi a fé no ser humano... mas também já recuperei. Apesar de conviver sempre com situações bem complexas, que raramente entendo, prefiro ainda acreditar que SER humano vale a pena.
Vale a pena tentar o entendimento, ainda que escorra sangue... vale a pena tentar compreender, ainda que perdoar seja tão doloroso... vale a pena torcer para que tudo se ajeite, ainda que o caos esteja instalado...
Mas ainda não entendo as perdas irreparáveis... e não falo de relacionamentos amorosos... falo da amizade... não entendo deixar-se perder a conversa gostosa, o beber descontraído, o entendimento no olhar... não entendo enfiar o pé na jaca por nada... e não entendo a covardia de simplesmente conversar... a covardia de abrir o coração...
A maior insegurança, o que realmente ferra o ser humano em todos os aspectos hoje é a covardia, o medo de ser sincero, o medo de expor, de baixar a guarda por completo...
E me disseram que eu deveria parar de baixar a guarda e me resguardar... tentei... e até deu certo... mas, e aí? Aí, deixei de ser eu... quer saber? FODAM-SE!!! Eu quero ser eu, sempre! Me expondo, tomando porrada, dando porrada, com todas as qualidades e defeitos que me fazem ser exatamente a pessoa mais fantástica do planeta: EU!!! Vou continuar me enfiando goela abaixo de todas as pessoas que pensam que me ferem, e sim, até conseguem me ferir... mas eu vou continuar, com essas marcas, com esses sussurros, o choro engasgado, quando for necessário, embriagada, quando for o momento... feliz, sempre, sendo mesmo quem eu sou!
Azar daqueles que não usufruem de tudo isso!
Essa semana, eu pedi, Ele veio, e eu fiquei, finalmente, em paz!
E, tens razão, meu caro, estou hoje embriagada do melhor vinho italiano!
Como nossos pais
Belchior
Não quero lhe falar,
Meu grande amor,
Das coisas que aprendi
Nos discos...
Quero lhe contar como eu vivi
E tudo o que aconteceu comigo
Eu sei que o amor
É uma coisa boa
Mas também sei
Que qualquer canto
É menor do que a vida
De qualquer pessoa...
Há perigo na esquina
Eles venceram e o sinal
Está fechado prá nós
Que somos jovens...
E beijar sua menina na rua
É que se fez o seu braço,
O seu lábio e a sua voz...
Pela minha paixão
Digo que estou encantada
Como uma nova invenção
Eu vou ficar nesta cidade
Não vou voltar pro sertão
Pois vejo vir vindo no vento
Cheiro de nova estação
Eu sei de tudo na ferida viva
Do meu coração...
Eu vi você na rua
Cabelo ao vento
Gente jovem reunida
Na parede da memória
Essa lembrança
É o quadro que dói mais...
Que apesar de termos
Feito tudo o que fizemos
Ainda somos os mesmos
E vivemos
Ainda somos os mesmos
E vivemos
Como os nossos pais...
Ainda são os mesmos
E as aparências
Não enganam não
Você diz que depois deles
Não apareceu mais ninguém
Que eu tô por fora
Ou então
Que eu tô inventando...
Que ama o passado
E que não vê
É você
Que ama o passado
E que não vê
Que o novo sempre vem...
Que quem me deu a idéia
De uma nova consciência
E juventude
Tá em casa
Guardado por Deus
Contando vil metal...
Que apesar de termos
Feito tudo, tudo,
Tudo o que fizemos
Nós ainda somos
Os mesmos e vivemos
Ainda somos
Os mesmos e vivemos
Ainda somos
Os mesmos e vivemos
Como os nossos pais...
15 de mai. de 2011
Mundo líquido? Eu acho que o mundo está é gasoso...

Bem, explicando um pouco, Bauman fala que vivemos a era da liquidez das relações, que são fluidas, instantâneas, sem laços... basicamente é isso. Se alguém não serve mais em sua vida, basta dar um BLOCK (e é tão bom dar block em alguns indesejáveis... ai, ai... prazeres indizíveis...).
21 de abr. de 2011
Porque metade de mim é o que penso...
News from Verona. Adoro meu lado vulcão. Ele é, normalmente, bem melhor que meu lado que pensa. Mesmo assim, nas poucas e boas vezes que meu lado vulcão deu as caras, logo depois meu superego falou comigo... e estava bravo, insano...
Às favas, superego!!!
E como eu estou toda Rubem Alves hoje, aí vai outra frase que tem tudo a ver... “Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses”. Quem me conhece sabe que eu adoro borboletas, não pelo modismo ou pela beleza, mas pela metáfora que elas representam... as melhores situações de minha vida eu senti borboletas voando dentro de mim... é aquele frio gostoso dentro na barriga, que para mim parecem mesmo um zilhão de borboletas em revoada bailando cuidadosamente... e como é bom sentir-se assim... como é delicioso acordar vendo a manhã com cores de borboleta... só quem já sentiu sabe o que é.
Já senti borboletas com pessoas que nem estão mais comigo, ou por perto – porque só se sente borboletas com outra pessoa... é algo para ser compartilhado – mas essas pessoas se tornam especiais e para sempre no meu coração... borboletas fazem isso... e as conseqüências de boas doses de revoadas são os vulcões... ou vice-versa... porque essa questão é outra teoria tostines...
Além do show do U2, que foi bárbaro e que já comentei horrores no facebook e em todos os lugares que pude comentar, e outras baladinhas e cineminhas gostosos que participei, teve o lançamento do livro de minha queridíssima Mônica Martinez... já falei dela aqui... em 2008 fiz o curso de Redação Criativa que ela ministrava e me apaixonei... ela despertou ainda mais em mim o desejo pelo mestrado, pela leitura, pela pesquisa... e agora ela lançou um livro delicioso chamado “Tive uma Idéia! O que é criatividade e como desenvolve-la”. Já devorei quase o livro todo e, num dado momento, ela fala da invenção das invenções: a escrita. Que bom que inventaram a escrita... assim temos a oportunidade de ler! Porque ler, segundo o famoso Rubem Alves, é fazer amor com as palavras... o que pode render boas borboletas também.
Para finalizar – e olha que achei que esse post não renderia nada – quero falar de uma pessoa fantástica que “saiu” de minha vida... Profa. Ângela, minha sempre orientadora de mestrado. Ela saiu entre aspas mesmo, porque tenho certeza que estaremos juntas nessa minha caminhada acadêmica. Mas, oficialmente, ela não é mais minha orientadora por motivos que não cabem explicar. Confesso que fiquei confusa, feliz e triste, porque ela está partindo para algo melhor, mas nos deixa um vazio enorme. Eu me sentia completamente embalada por ela, que me passava tanta segurança que tudo fluía facilmente... estávamos harmoniosamente encaixadas nessa caminhada. Por isso, esse vazio vai ficar e será preenchido sempre que nos encontrarmos, seja pessoalmente, seja on-line... sucesso para ela na nova jornada e nos novos planos... e, como sempre que alguém se vai, alguém vem, ganhei um novo orientador, que veio somar a tudo aquilo que já desenvolvi com a Profa. Ângela. Ganhei o Prof. Luís Mauro, que já me deixou super confiante na primeira reunião... que venha, então, essa fase de borboletas e vulcões que será minha dissertação!
“E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também”
Oswaldo Montenegro
27 de mar. de 2011
I’ll be there for you… when the rain starts to fall
28 de fev. de 2011
Às vezes parecia que era só improvisar...

Eu sei, eu sei... andei abandonando esse espaço... e há diversos motivos para isso. O mais clássico é que estou trabalhando / estudando bastante... mas confesso que isso é o de menos.
“O amor é o fascínio recíproco de duas pessoas por aquilo que elas têm de mais secreto”.
Afinal, o que querem as mulheres?
30 de jan. de 2011
Eu vim aqui reivindicar… eu quero isso todos os dias!
"Tem hora que a gente se pergunta
Por que é que não se junta tudo numa coisa só?
Boneca, panela, chinelo, carro
O nó que eu desamarro surge pra me dar um nó
Você aparece de repente e coloca em minha frente a dúvida maior
Se tudo que eu preciso se parece,
Por que é que não se junta tudo numa coisa só?
Tem hora que a gente se pergunta
Por que é que não se junta tudo numa coisa só?
Balaio... de domingo eu não saio
De bambu e corda... só se for pra rezar
Luz... no cabelo e nos olhos
No sorriso do justo feito pra iluminar
Cruz... na parede e no púlpito
Nas nossas costas de súbito
Pesadas pra se carregar
Porta... abre e fecha o caminho
O balaio eu carrego sozinho
E ilumino esta cruz com meu jeito de andar... porque...
Tem hora que a gente se pergunta
Por que é que não se junta tudo numa coisa só?
Mãe, primo, pai, avô, padrinho
Zelador, juiz, vizinho
Tio, cunhado, irmão, avó
Família é um assunto complicado
Quem não gosto mora ao lado e o mais velho mora só
Pois traga um colchão aqui pra sala
Por que é que não se junta tudo numa coisa só?
Tem hora que a gente se pergunta
Por que é que não se junta tudo numa coisa só?
Poeta, ouvidor, desenhista, músico, malabarista...
Comediante o que for
Todo mundo procura um lugar, pra poder compartilhar...
Da dor e da alegria
Sarau em Arcoverde só de sexta venho aqui reivindicar
Eu quero isso todo dia
Sarau na Arcoverde só de sexta venho aqui reivindicar
Eu quero isso todo dia"
O Teatro Mágico
27 de dez. de 2010
Mais uma vez… o último do ano…

Mas também pode ser o último da década... e uma das coisas que mais desejo de 2011 é que 2010 acabe... pois é... esse ano já deu.
Feliz ano ano... que ele seja realmente novo para todos!!!
Receita de ano novo
Carlos Drummond de Andrade
Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)
Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.
Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
24 de out. de 2010
Cemitério de borboletas…

Fechei...
In my place
Coldplay
In my place, in my place
Were lines that I couldn't change
I was lost, oh yeah
I was lost, I was lost
Crossed lines I shouldn't have crossed
I was lost, oh yeah
Yeah, how long must you wait for it?
Yeah, how long must you pay for it?
Yeah, how long must you wait for it?
For it
I was scared, I was scared
Tired and underprepared
But I waited for it
If you go, if you go
Then Leave me down here on my own
Then I'll wait for you, yeah
Yeah, how long must you wait for it?
Yeah, how long must you pay for it?
Yeah, how long must you wait for it?
For it, yeah
Sing it please, please, please
Come back and sing to me
To me, me
Come on and sing it out, now, now
Come on and sing it out, to me, me
Come back and sing it.
In my place, in my place
Were lines that I couldn't change
I was lost, oh yeah
Oh Yeah
Baby… eu sinto muito a sua falta…
4 de out. de 2010
O país da piada pronta

Licença a parte à obra de José Saramago, hoje essa foi a vontade geral... Posso apostar.
Notícia boa: Netinho de Paula, contra todas as pesquisas eleitorais, não se elegeu! Um a menos para o TV Fama cobrir...
No meio de tudo, você... me salva da selva...

Olha que casal mais lindo... num dia cheio de borboletas, eu e o Shamash...



