Eu e Flá no Ipanema Clube
No Baronesas... carnarock!Primeiro... Carnaval... falei, no último post, que contaria meu Carnaval. Resumindo: foi ótimo! Adorei o carnarock... Maria Madame é demais! Ou seja... a banda estava fantástica, o Jack delicioso, as companhias show de bola! Perfeito!
Fui também para o Clube Ipanema. Estava muito bom também. Apesar de não ser uma adoradora do Carnaval, no clube foi legal. Me diverti pra valer. Acabei caindo no samba e, ano que vem, a família Pregnolatto terá uma mesa cativa... vamos reviver as marchinhas...
Ainda não decidi se acredito em destino... mas existem fatos que parecem escritos que vão acontecer... e, por mais que você se ache suficientemente forte para detê-los, fica impossível.
O Universo todo conspira para que aquele momento aconteça. Será que isso é destino? Ou tem outro nome? Estou pensando a respeito... com todo carinho. Passei bastante tempo pensando (às vezes penso demais). E, quando chegou a hora, me dei conta que não dá para enganar esse moleque caprichoso... o tal destino.
“Eu gosto tanto de você que até prefiro esconder... deixo assim ficar subentendido”
Autoramas... sexta-feira eu fui apresentada a essa banda e apaixonei à primeira vista. Preciso conhecer mais, ouvir as músicas, saber cantar... assim, no próximo show, vou acompanhar todas as músicas.
“Posso me incluir nos seu dia
Ser visita imprevisível pra depois
Posso fazer sua trilha
Ser canção inesquecível
Pra vocês dois
Eu te adoro tanto
Eu te adoro tanto
Você não imagina quanto
Quero ouvir uma canção
Que diz assim...”
Autoramas
Autoramas
Eita, coração libriano! Sempre em busca de borboletas no estômago, do frio na barriga, de saber a cor da manhã... de noites perfeitas para dias perfeitos... como disse em post anterior, sou uma apaixonada... pela vida, pelas montanhas-russas, pelo ser humano... buscando sempre... buscando sorrisos, buscando borboletas... e sempre fazendo valer a pena.
“- Minha vida é monótona. Eu caço galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens também. E isso me incomoda um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. Os teus me chamarão para fora da toca, como se fosse música.
(...)
- A gente só conhece bem as coisas que cativou – disse a raposa. – Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo já pronto nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
- Que é preciso fazer? – perguntou o pequeno príncipe.
- É preciso ser paciente – respondeu a raposa. – Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. (...) Mas, cada dia, te sentarás um pouco mais perto...
No dia seguinte o príncipe voltou.
- Teria sido melhor se voltasses à mesma hora – disse a raposa. – Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde às três eu começarei a ser feliz! Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade!
(...)
Assim o pequeno príncipe cativou a raposa.
(...)
O pequeno príncipe foi rever as rosas:
- Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda. Sois como era minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu a tornei minha amiga. Agora ela é única no mundo.
E as rosas ficaram desapontadas.
- Sois belas, mas vazias – continuou ele. – Não se pode morrer por vós. Um passante qualquer sem dúvida pensaria que a minha rosa se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mais importante que todas vós, pois foi ela quem eu reguei.
(...)
E voltou, então, à raposa:
- Adeus... – disse ele.
- Adeus – disse a raposa. – Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos. (...)”
O Pequeno Príncipe
Antoine de Saint-Exupéry
(...)
- A gente só conhece bem as coisas que cativou – disse a raposa. – Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo já pronto nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
- Que é preciso fazer? – perguntou o pequeno príncipe.
- É preciso ser paciente – respondeu a raposa. – Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. (...) Mas, cada dia, te sentarás um pouco mais perto...
No dia seguinte o príncipe voltou.
- Teria sido melhor se voltasses à mesma hora – disse a raposa. – Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde às três eu começarei a ser feliz! Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade!
(...)
Assim o pequeno príncipe cativou a raposa.
(...)
O pequeno príncipe foi rever as rosas:
- Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda. Sois como era minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu a tornei minha amiga. Agora ela é única no mundo.
E as rosas ficaram desapontadas.
- Sois belas, mas vazias – continuou ele. – Não se pode morrer por vós. Um passante qualquer sem dúvida pensaria que a minha rosa se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mais importante que todas vós, pois foi ela quem eu reguei.
(...)
E voltou, então, à raposa:
- Adeus... – disse ele.
- Adeus – disse a raposa. – Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos. (...)”
O Pequeno Príncipe
Antoine de Saint-Exupéry


