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21 de fev. de 2010

Vou entrelinhar

Sim... existe o verbo entrelinhar (espie lá no dicionário). Significa por entrelinha... Mas para quem pretendia entrelinhar, já expliquei demais.

Carnarock com Maria Madame!

Eu e Flá no Ipanema Clube

No Baronesas... carnarock!


Primeiro... Carnaval... falei, no último post, que contaria meu Carnaval. Resumindo: foi ótimo! Adorei o carnarock... Maria Madame é demais! Ou seja... a banda estava fantástica, o Jack delicioso, as companhias show de bola! Perfeito!

Fui também para o Clube Ipanema. Estava muito bom também. Apesar de não ser uma adoradora do Carnaval, no clube foi legal. Me diverti pra valer. Acabei caindo no samba e, ano que vem, a família Pregnolatto terá uma mesa cativa... vamos reviver as marchinhas...

Ainda não decidi se acredito em destino... mas existem fatos que parecem escritos que vão acontecer... e, por mais que você se ache suficientemente forte para detê-los, fica impossível.
O Universo todo conspira para que aquele momento aconteça. Será que isso é destino? Ou tem outro nome? Estou pensando a respeito... com todo carinho. Passei bastante tempo pensando (às vezes penso demais). E, quando chegou a hora, me dei conta que não dá para enganar esse moleque caprichoso... o tal destino.

“Eu gosto tanto de você que até prefiro esconder... deixo assim ficar subentendido”


Autoramas... sexta-feira eu fui apresentada a essa banda e apaixonei à primeira vista. Preciso conhecer mais, ouvir as músicas, saber cantar... assim, no próximo show, vou acompanhar todas as músicas.


“Posso me incluir nos seu dia
Ser visita imprevisível pra depois
Posso fazer sua trilha
Ser canção inesquecível
Pra vocês dois

Eu te adoro tanto
Você não imagina quanto
Quero ouvir uma canção
Que diz assim...”
Autoramas


Eita, coração libriano! Sempre em busca de borboletas no estômago, do frio na barriga, de saber a cor da manhã... de noites perfeitas para dias perfeitos... como disse em post anterior, sou uma apaixonada... pela vida, pelas montanhas-russas, pelo ser humano... buscando sempre... buscando sorrisos, buscando borboletas... e sempre fazendo valer a pena.

“- Minha vida é monótona. Eu caço galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens também. E isso me incomoda um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. Os teus me chamarão para fora da toca, como se fosse música.
(...)
- A gente só conhece bem as coisas que cativou – disse a raposa. – Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo já pronto nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
- Que é preciso fazer? – perguntou o pequeno príncipe.
- É preciso ser paciente – respondeu a raposa. – Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. (...) Mas, cada dia, te sentarás um pouco mais perto...
No dia seguinte o príncipe voltou.
- Teria sido melhor se voltasses à mesma hora – disse a raposa. – Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde às três eu começarei a ser feliz! Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade!
(...)
Assim o pequeno príncipe cativou a raposa.
(...)
O pequeno príncipe foi rever as rosas:
- Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda. Sois como era minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu a tornei minha amiga. Agora ela é única no mundo.
E as rosas ficaram desapontadas.
- Sois belas, mas vazias – continuou ele. – Não se pode morrer por vós. Um passante qualquer sem dúvida pensaria que a minha rosa se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mais importante que todas vós, pois foi ela quem eu reguei.
(...)
E voltou, então, à raposa:
- Adeus... – disse ele.
- Adeus – disse a raposa. – Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos. (...)”
O Pequeno Príncipe
Antoine de Saint-Exupéry

15 de fev. de 2010

Viveeeeerrrr e não ter a vergonha de ser feliz...


Quando era mais nova, bem mais nova, com 13, 14, 15 anos, adorava ir para o clube e pular carnaval. Gostava, especialmente, das marchinhas... “olha a cabeleira do Zezé, será que ele é, será que ele é...”.

Gosto de marchinhas por causa dessa minha veia histórica, que corre, pulsa e faz bater tudo mais forte dentro de mim... marchinhas de carnaval são história também...

Mas quando começaram a aparecer os “tchans”, axés e pagodes, perdi a vontade de ir para os clubes... e comecei a achar Carnaval um porre. Nunca mais tentei...

Alguns anos atrás, saí em um bloco de carnaval em Mongaguá. Ok... Mongaguá não é parâmetro... de qualquer modo, fui... realmente, não é a minha praia. Não tenho mais saco, nem disposição, nem vontade de ficar empaçocada no meio de um monte de gente mal educada, bêbada, nojenta e ainda agüentar axé... decidi que Carnaval em Salvador, JAMAIS!... Aliás, não nasci para pular em cima do xixi dos outros... ECA!

Ultimamente, encontrei meu lugar no Carnaval. Enquanto ainda não posso passar o Carnaval no berço dele, onde tudo é mais lindo, ou seja, em Veneza, vou passando por aqui, curtindo o bom e velho Carnarock!

Não deixei de gostar de samba, das marchinhas... por isso, amanhã vou pular carnaval em um clube tradicional de Sorocaba... vou tentar reencontrar as marchinhas... depois conto para vocês como foi...

Hoje... vou para o rock´n´roll!!! Curtir com os meus amigos, sem muvuca, sem xixi no chão...

Amigos... Jack Daniels com água de coco... Maria Madame... e muita alegria sempre!


“Vou beijar-te agora, não me leve a mal, hoje é Carnaval”...