24 de jun. de 2009

O paraíso e a treva...



Tenho dois assuntos a tratar. Um deles é muito bacana... o outro é a treva.

Vou começar pelo bacana... minha viagem para Machu Picchu. Estou muito ansiosa, feliz e com frio na barriga... tudo ao mesmo tempo agora.

Passaporte está na mão... vacina tomada... apetrechos comprados...

Fui praticamente fazer a feira sábado. Na Decathlon comprei quase tudo de que precisava... mochila, tênis especial para caminhada em lugares estranhos (aliás, um tênis que não combina com nada, nem com os moletons, também horríveis... mas vambora), saco de dormir (para o frio do trem), roupa térmica, bolsinhas, lanterna... muita coisa... resultado: R$ 870...

Como eu sou uma pessoa que só tem em seu guarda-roupa roupas sociais e jeans, tive que gastar uma grana em roupa também... moletom, legging, blusas de frio, gorros, luvas, meias... resultado: R$ 400...

Aí, fui à farmácia... remédios, band-aid, gel para limpeza das mãos, protetor solar, repelente, protetor auricular... resultado: R$ 200...

Ir para Machu Picchu, uma aventura sem fim, sentir aquela cidade mágica... ver o que a ciência não consegue explicar... NÃO TEM PREÇO!

Segunda está chegando... aí embarco e não sei se conseguirei postar no blog nesses dias. Mas levo comigo meu bloquinho, onde vou relatar toda a aventura... e depois terei muito para contar. Aguardem!

Parece meio estranho que uma pessoa como eu, toda Patricinha de Beverly Hills, amante da moda, do conforto e da água quente, faça uma viagem dessas, usando um tênis marrom horroroso (porque esses tênis são todos marrons?!), calças de moletom que não têm a menor condição de ficarem bonitas em ninguém e gorros!!! Imaginem!!! Mas tenho que viver isso... está no meu espírito!



Bem, o outro assunto – a treva – é sobre o jornalismo, profissão que o Supremo Tribunal Federal derrubou semana passada... um retrocesso sem tamanho... para exemplificar o que sinto e o que penso, vou colocar aqui o texto que mandei para o grupo de discussões da turma de divulgação científica... se você já leu, eu perdoo que não leia de novo...

Como venho trabalhando há quase quatro anos escrevendo sobre Fisioterapia e Terapia Ocupacional, sinto-me hoje apta a exercer ambas as profissões... posso fazer manobras, recomendar terapias, diagnosticar, avaliar, enfim... eu posso tudo! Por outro lado, o salário dessa área não anda grande coisa, então acho que vou, assim como o colega Gadelho Neto, investir no Direito. Afinal, já revisei tanto texto jurídico e já assessorei os advogados do Conselho tantas vezes, que percebi que nem é tão complicado assim... é só usar meia dúzia de “No que pertine”, “Conforme o artigo blá blá blá”, recortar e colar trechos dos decanos do Direito e... tchan! Nasce um parecer, uma decisão ou uma defesa.

Deixando a ironia de lado (desculpem-me os fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e profissionais do Direito... foi só uma forma de ironizar a questão), é importante salientar que o jornalista é muito mais do que um ser que tem senso crítico, ética e capacidade de reflexão. Não vou ficar aqui relatando as atribuições da profissão, até porque nem tenho tempo para isso. Vou resumir... o jornalista faz o meio de campo. Sinto-me extremamente feliz e recompensada quando vejo que tanto pessoas simples, que muitas vezes mal são alfabetizadas, quanto pós-doutores leem os meus textos, entendem, refletem sobre ele, opinam, discordam, concordam... enfim, sentem... é como Master Card... não tem preço. Isso é ser jornalista!

Tenho muito prazer por ter tomado a frente de uma revista que era praticamente feita por fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais, excelentes profissionais, péssimos escritores, e ter feito uma revolução. Ninguém sequer abria essa revista. Não chamava a atenção, não atraía para a leitura. Toda edição trazia os mesmos temas batidos. Não inovava. Quando assumi, mudei lay-out, pautas, a forma de escrever, comecei a investir em grandes reportagens... a revista hoje é super elogiada. Isso é ser jornalista!

Concisão, agilidade, persuasão, atingir o público... isso é ser jornalista!

Escrever é fácil... Pablo Neruda já dizia... “você começa com uma letra maiúscula e termina com um ponto final. No meio você coloca as ideias.”

É fácil pescar algumas palavras difíceis no dicionário, como ademais, metiê, prolixo, entre tantas outras, e achar que escreve bonito. Bonito e não entendível para a grande massa não chega a lugar algum. Eu queria ver as redações abarrotadas de médicos, economistas, políticos, todos eles se entendo com uma grande reportagem, duas notícias, três notas. E mais... dead line chegando, editor estressado, fechamento madrugada adentro... campana em frente da delegacia porque alguém foi preso, ameaças porque alguém não “apareceu” na matéria... e eu também não falo de fora do metiê, dear... mas o meu metiê não foi somente o banco da faculdade... foi o bloquinho e a caneta em punho... e a faculdade me deu o background de que eu precisava. Depois, como acontece em todas as profissões, corri atrás da experiência, da prática.

E para quem não sabe, deixo aqui duas informações...

1ª) Nenhum jornalista quer tirar o lugar de não jornalistas das redações. Existem muitos ótimos antigos profissionais que não têm o canudo. Antigamente, aprendia-se a fazer jornalismo na raça, porque não existia faculdade. Esses já têm a experiência a seu favor. E que continuem onde estão. Quanto a escrever sobre assuntos específicos, para isso existem os articulistas e colunistas. Médicos, “computeiros”, ativistas podem e devem se manifestar, sim! Esse argumento de cercear a liberdade de expressão é ridículo.

2ª) Existem pessoas que têm o dom para a escrita – conheço algumas – que não frequentaram a faculdade de jornalismo. Mas isso não é argumento para se derrubar uma profissão.

Para finalizar quando vejo textos escritos por jornalistas e comparo com textos escritos por não jornalistas, tenho a certeza absoluta que não estou errada. Escrever, qualquer um escreve; cozinhar, qualquer um cozinha (aliás, minha avó faz quitutes maravilhosos); costurar, qualquer um costura... fazer a diferença é que são elas!

Por isso, não temo nada não. Eu faço a diferença! E estou certa de que meus colegas também fazem.

Agora, aplaudir o Gilmar coroa tudo isso, certo? “Parabéns, coronéis, vocês venceram outra vez. O Congresso [e o STF] continua a serviço de vocês”... e ainda tem gente que aplaude.

17 de jun. de 2009

É a treva! Mas nem tanto...

Pelo menos passou... mas não estou colocando tanta fé em mim assim... foi hoje... o famigerado teste de proficiência – Cambridge. É quase impossível... o teste em si é até realizável... com um bom conhecimento de inglês e um pouco de estudo... can be... mas o tempo é muuuuuiiiiiito curto. Quando você tem apenas 10 minutos ainda falta tanta coisa... aí, o jeito foi chutar... agora já foi... e, pelo menos, sei onde tenho que melhorar... a minha agilidade em pensar, responder, ler e fazer tudo em inglês... quickly!

O importante é que passou... e voltei à minha vida... afinal eu havia entrado numa espiral onde só via e respirava inglês e THE BOOK... mas isso é outra história...

Quero, na verdade, falar de algo bacana... muito bacana mesmo...

Minha amiga da pós, a Fabi, colocou no ar recentemente um blog muito bom... ESSA ATÉ DEUS DUVIDA (http://www.essaatedeusduvida.blogspot.com/). O blog é hilário... conta histórias de romances falidos... ou seja, histórias que seriam cômicas se não fossem trágicas. Vale a pena ler e vejam a história sobre o cara que dividiu a conta no primeiro encontro (que vergonha!), inclusive os centavos. É muito engraçada! Nem vou contar para não perder a graça. Me aguardem, porque eu vou contribuir muito com esse blog. Eu e minhas histórias de caras Psychs... mas nem todos são Psychs... tem um que, mesmo atrasado, é sempre adorável... e como ele consegue ser adorável...

Fora isso...

A grande novidade é que saio em férias dia 29... e férias de tudo... do trabalho, do celular, da net... inclusive do blog. Perdoem-me, mas é por uma boa causa... vou só dar um pulinho ali... em Machu Picchu.



É inacreditável! Se me dissessem há uns dois meses que eu estaria embarcando agora para Machu Picchu, eu realmente não acreditaria... como assim? Mas aconteceu... como muita coisa na minha vida... acontece assim de repente... mas foi tudo imaginado durante meses. Está lá, no meu mural, a foto... esperando acontecer... agora vou poder substituir o recorte da revista por uma foto tirada por mim... Arriba!!!

A partir de agora, entro numa nova espiral... os preparativos para a viagem... ainda tenho muito a preparar em tão pouco tempo... roupas, mochilão, vacinas, barras de cereal... no meio disso tudo, deixar o meu trabalho em ordem...

Mas já estou sentindo o gosto da liberdade na boca... e ninguém nem imagina o quanto eu ando precisando desse tempo... pra mim... para respirar longe da loucura... longe daquilo que é tão adorável e tão difícil deixar simplesmente ir... porque é adorável... eu me conheço... sei que no fim das contas estarei feliz, realizada... mas sentindo uma saudade enorme de tudo que faz parte de mim... e que não carregarei na bagagem...

Anyway... estarei contando os preparativos para essa jornada... aguardem!

Quando você deseja alguma coisa, o Universo conspira para que você realize seu desejo... alguns desejos são mais complicados... precisam de muita mentalização, muito querer... mas o Universo está trabalhando.

3 de jun. de 2009

Quem sabe quinzena que vem...


Talvez mês que vem... talvez nunca... quem sabe?

Vou ser breve hoje, porque estou de fato sem tempo... tempo? O que é isso mesmo?

Uma amiga minha (valeu Fabi!) me mostrou um site divertidíssimo... o Manual do Cafajeste... www.manualdocafajeste.com... No site, o tal cafajeste, mostra para nós, mulheres, como pensam os homens... ou seja, nós, mulheres, somos “lanchinhos”, ou algo pior...

Num primeiro momento, fiquei irritada com o jeito machista do cara escrever... quem ele pensa que é? Depois bateu a depressão... meu Deus, não há solução no universo masculino... realmente o cérebro deles só pensam em uma coisa... levar a mulher para a cama... mas depois comecei a rir e percebi que ele tem razão...

Realmente, a intenção do homem, do primeiro ao último encontro, é levar a mulher para a cama... cabe a ela pôr o limite. Se não põe, não adianta reclamar depois... e, cá entre nós, a mulherada tem se valorizado pouquíssimo, desde que uma total imbecil resolveu inventar o feminismo...

Fala sério... eu queria saber quem foi essa infeliz, mal-amada e provavelmente lésbica que resolveu queimar o sutiã sob o pseudo pretexto de valorizar e tornar a mulher independente... LOUCA!!!

Até concordo que foi legal conquistarmos o mercado de trabalho, temos uma certa independência... mas precisamos do homem sim... e temos que fingir que não precisamos...

Eu não mato uma barata nem que John Lennon desça dos céus e me implore... eu não troco o pneu do carro... olhe nossos músculos e olhe os dele... sem chance... e definitivamente eu não me contento com um vibrador... eu quero inteiro... com todos os braços, pelos e pernas que tenho direito e com cafuné e abraços dengosos ao final... a mentecapta que diz que não precisa de homem para viver precisa ser internada e fazer terapia até que se sinta insegura o suficiente para se jogar da ponte...

Quando a LOUCA aí de cima resolveu revolucionar a irmandade feminina, criou um problemão para nós... temos só deveres... e mais deveres... ter um currículo impecável, cursos, trabalho, cursos, salão de beleza (sim, porque ainda por cima temos que ser mais que bonitas, temos que ser capa da revista Nova), cursos, casa para cuidar, muitas vezes filhos para cuidar (produção independente, claro!)... cadê os homens no mundo? Das duas uma: viraram gays ou cafajestes! Criamos homens carentes, sem parâmetros de vida, sem vontade de conquistar mulher nenhuma (afinal, são todas umas piriguetes que só pensam na conta bancária do pretendente...).

Antes da LOUCA queimar o sutiã, o homem se esforçava para nos ter... e se deleitava todo com a recompensa...

Ah... isso sim era vida... é certo que estávamos vivendo na Matrix... mas e daí? Éramos felizes e tínhamos AMOR todinho maiúsculo...

Se eu cruzasse por aí com a mentecapta feminista que queimou o sutiã... juro que olharia bem nos olhos dela e perguntaria... valeu a pena tudo isso? Você é feliz? Agora se joga da ponte... LOUCA!!!

E eu nem queria escrever tanto assim...

Para finalizar... provérbios...

“Sabe como se chama aquele pedaço insensível localizado na base do pênis? Chama-se... homem.”

“Por que é tão difícil achar homens bonitos, sensíveis e carinhosos? Porque normalmente eles já têm namorados.”

“Homem é como orelhão. A cidade está cheia deles, só que 75% não funcionam e o restante está ocupado.”

“Qual a semelhança entre um homem e um espermatozóide? Ambos têm uma chance em um milhão de se tornarem um dia seres humanos.”

Mas continuo precisando deles... ah... sim!!!

27 de mai. de 2009

A vida não pode ser tão complicada


Estive pensando... a vida é muito simples e nós, seres humanos, temos a mania de complicar tudo. Não nos conformamos em ser felizes... simplesmente... tem que ter sempre mais... e mais. Não basta deixar a vida nos levar... tem que ser mais difícil e penoso do que isso. Por que as pessoas são tão complicadas e inventam desculpas para não ser feliz?

É sim... simples assim. A gente acorda todos os dias, pula da cama, mal toma café, corre para o trabalho, sempre atrasada, escreve, lê... enfim... trabalha. Corre para a academia, quando dá, corre para a manicure, corre para a aula... tenta, em vão, estudar... tenta, em vão, não cortar laços de amizade eternos... ufa! Olha aí a maravilha da vida!

A gente acorda todos os dias e sente o ar enchendo nossos pulmões... o coração pulsando a toda... o corpo se movimenta, se espreguiça... ei... mesmo depois de horas de sono, muitas vezes poucas... poucas vezes muitas... o corpo ainda funciona em perfeito estado.

A gente pula da cama... está certo que tem aí um mau humor instalado, é um saco acordar cedo, mas funciona... em poucos minutos, às vezes muitos minutos, passa... simples assim.

Mal toma café... mas tem um Starbucks na esquina, que pode causar um êxtase instantâneo... e se o atraso for muito que não dê para um Mocha, sempre tem o café gostoso e as bolachinhas do Crefito... sem falar no delicioso pão integral com cenoura (betacaroteno na veia!!!). Isso é fantástico!

Corre para o trabalho, sempre atrasada... olha para o céu... às vezes ensolarado, com o astro rei fazendo festa para mim... às vezes chuvoso, com as gotas limpando toda a nossa alma... (apesar de que dia chuvoso é de matar, porque sou obrigada a chegar no trabalho com os pés molhados e com o cabelo armado... mas vamos deixar isso bucólico...).

Escreve, lê... que bom que meu trabalho é esse... imaginem se eu tivesse que fazer contas? Ou cuidar da vida de outras pessoas? Seria um mal à humanidade e um porre pra mim.

Trabalho... muito. Mas gosto do que faço. Corro para a academia... menos do que eu gostaria... estudo... queria poder mais... e quando ligo para um amigo que não vejo e não falo há séculos, percebo que o carinho e amizade ainda estão lá, não importa a distância e o tempo...

Somos felizes ou não? Olhe ao seu redor... e pense... pra que ficar carregando peso daquilo que não vale a pena?

A vida é muito... é demais... e é simplesmente simples... assim...

Porque a vida é agora!

Dizem que a vida é curta, mas não é verdade.
A vida é longa para quem consegue viver pequenas felicidades.
E essa tal felicidade anda por aí, disfarçada,
como uma criança tranquila brincando de esconde-esconde.
Infelizmente às vezes não percebemos isso
e passamos nossa existência colecionando " nãos " :
a viagem que não fizemos,
o presente que não demos,
a festa à qual não fomos,
o amor que não vivemos,
o perfume que não sentimos.
A vida é mais emocionante quando se é ator e não espectador,
quando se é piloto e não passageiro,
pássaro e não paisagem,
cavaleiro e não montaria.
E como ela é feita de instantes,
não pode e nem deve ser medida em anos ou meses,
mas em minutos e segundos.
Esta mensagem é um tributo ao tempo.
Tanto àquele que você soube aproveitar no passado
quanto àquele que você não vai desperdiçar no futuro.
Porque a vida é agora!
(extraído do encarte do Cartão Visa)

21 de mai. de 2009

Sim, sim, sim... casório!!!







Leitores... tenho um motivo especial para não ter postado ontem – como de costume... é que estive no casamento do Matheus e da Lissah... o casamento do Broz com a Rouge... hehehehe...
Foi muito bonito... na Igreja Nossa Senhora do Brasil... a Lissah inovou no vestido de noiva, usando kimono branco... lindo! E o Matheus... tão fofo!!! Foi tudo realmente muito especial.

A festa foi fantástica!!! Decoração japonesa, comida maravilhosa, ótima música... drinks de matar... dancei, curti, bebi... foi muito gostoso! Parabéns Matheus e Lissah! Vocês vão ser muito auspiciosos!

E hoje a vida continua... e me pergunto se podem o doce e o amargo ocuparem o mesmo frasco... podem? Ah... minha velha montanha-russa! Eles ocupam dentro de mim...

Eu fiz uma bonita bagunça na minha vida... uma baita bagunça... e é tão difícil desfazer... porque ainda tenho o gosto doce na minha boca... ainda sinto as borboletas fazendo festa dentro de mim... mas o preço tem sido tão alto! Pago ou não pago?

Tenho me questionado tanto nos últimos dias... e não tenho respostas... acabo deixando acontecer... mas não sei se ando deixando demais... se não chega a hora de parar... devo parar?
Perceberam que sou um ponto de interrogação?

Nessas horas sinto falta de mim mesma... é como se eu não estivesse aqui... ou algum pedaço de mim não estivesse...

Quero mais... quero mais... e eu acredito!!!

Apesar do preço alto, será que não vale a pena pagar? Não me lembro de ter vivido borboletas tão intensas... nunca... em tempo algum...

Podem borboletas e lagartas ocuparem o mesmo estômago?

A menininha que vive dentro de mim, que ainda quer mudar um pouco do mundo, que ainda acredita no outro e que ainda quer ser olhada e reconhecida... essa menininha está machucada... está pequenininha... muito pequena... mesmo...

E precisa decidir se vai crescer de uma vez por todas... ou se ainda vai conservar essas rosáceas bochechas e esse gosto de doce... e as borboletas que não param de voar...


Ter razão ou ser feliz?

Oito da noite numa avenida movimentada. O casal já esta atrasado para jantar na casa de alguns amigos.

O endereço é novo, assim como o caminho, que ela conferiu no mapa antes de sair.

Ele dirige o carro. Ela o orienta e pede para que vire na próxima rua à esquerda. Ele tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderão ficar mal humorados, ela deixa que ele decida.
Ele vira a direita e percebe que estava errado. Ainda com dificuldade, ele admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno.

Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde.

Mas ele ainda quer saber: "Se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria insistir um pouco mais". E ela diz: "Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos a beira de uma briga, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite".

MORAL DA HISTÓRIA

Essa pequena historia foi contada por uma empresária durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independente de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência:

"Quero ser feliz ou ter razão?"

Pense nisso e seja feliz.
(autoria desconhecida)

Eu quero é ser feliz!!!

13 de mai. de 2009

Que momento!


Estou correndo tanto... que sinto meu corpo não parar de pulsar mesmo quando eu paro, deito e tento relaxar... estou realmente trabalhando demais... e tentando estudar um pouco mais... sinto que estou quase uma workaholic... ou melhor... workalover... I hope!

Dizem que a diferença entre um e outro é que o workaholic trabalha e trabalha obcecadamente, enquanto que o workalover trabalha porque gosta do que faz... eu gosto... really... mas às vezes as atitudes de alguns colegas me cansam... faz com que eu me sinta usada... e é assim mesmo... faz parte do jogo e do trabalho.

O que me deixa chateada é que, estando sobrecarregada, não consigo dar conta de tudo com qualidade... gostaria de caprichar mais em algumas partes, entender mais de outras e não dá tempo! Desabafei!

Como estou nesse ritmo frenético, confesso que pensei em dar o bolo em vocês, leitores... I´m sorry! O dia foi longo, estou com dor de cabeça, querendo assistir Brothers & Sisters no Universal... estou chata, não é?! (Cá entre nós, acho que é TPM). It´s so much pressure!

Mas, não... não vou deixar de escrever... afinal, essa é a parte de que mais gosto.

Como sou fã de ironia – a figura de linguagem mais interessante da língua portuguesa – vou pinçar uns trechos do livro Ironia, frases soltas que deveriam ser presas, de José Francisco de Lara (Editora Cócegas)... de vez em quando, vou publicar alguma parte desse livro aqui... é hilário! É como eu sempre digo... ache graça da vida! “Ria, e o mundo rirá com você. Ronque, e dormirá sozinho”. RS...

Uma de Mário Quintana...
“A gente pensa uma coisa, acaba escrevendo outra e o leitor entende uma terceira e, enquanto se passa tudo isso, a coisa propriamente dita começa a desconfiar que não foi propriamente dita”.

Outra de Muhammad Ali...
“Às vezes eu tento ser modesto. Mas aí... começam a me faltar argumentos”.

E em minhas buscas de músicas que ainda não ouvi, baixei o CD todo do Jason Mraz... e achei muito bom. Gostei especialmente da música I melt with you... tem um ritmo gostoso, que dá vontade de sair dançando... e a letra é uma graça... segue aí... pra variar...

Moving forward using all my breath
Making love to you was never second best
I saw the world thrashing all around your face
Never really knowing it was always mesh and lace

I'll stop the world and melt with you
You've seen the difference and it's getting better all the time
There's nothing you and I won't do
I'll stop the world and melt with you


You should know better
Dream of better lives the kind which never hate
You should see why
Dropped in the state of imaginary grace
You should know better
I made a pilgrimage to save this humans race
You should see why
What I'm comprehending a race that was long gone by

I'll stop the world and melt with you (let's stop the world)
I've seen some changes and it's getting better all the time
There's nothing you and I won't do (Let's stop the world)
I'll stop the world and melt with you

The future's open wide (The future's open wide)
The future's open wide

6 de mai. de 2009

Feliz Dia das Mães!


Sou jornalista. E como boa jornalista, que já foi bicho-grilo na faculdade e depois vendeu a alma ao adorável mundo capitalista-burguês, acredito que o Dia das Mães é mais uma estratégia do comércio para vender mais. Afinal, nem todo mundo é como eu, que compra, compra, compra, não importa o mês. E imaginem se só existisse o Natal? As lojas iriam à falência, o que seria uma tragédia sem tamanho. Assim, me rendo ao Dia das Mães... mais uma oportunidade de irmos às compras.


Esse Dia das Mães vai ter um gosto muito especial para a mais nova mamãe da parada... Cíntia está gravidíssima!!! E provavelmente de gêmeos, mas isso ainda é especulação... vamos saber em breve.


Fiquei realmente muito feliz por ela e pelo Rogério. Eles são aquele tipo de casal alma-gêmea. Parece que toda a vida deles foi desenrolando para que eles se conhecessem e ficassem juntos. E nessa somatória perfeita só faltava o baby... agora não falta mais!


É por isso que eu falo sempre... ache graça da vida, viva até a última gota... e mais... seja feliz! A Cíntia é assim. Feliz completamente. Eita japonesa risonha! Ela nunca se deixou abater por nenhum contratempo que tenha acontecido com ela. Pelo contrário. Ela está sempre feliz, vendo o lado bom de tudo. A recompensa está aí... somente coisas boas acontecem na vida dela e os bebês são a bênção que veio para coroar tudo isso.


PARABÉNS CÍNTIA!!!


E é lógico que eu já dei um All Star para esse bebê... tem que ser rock´n´roll radical desde cedo!!!


De minha parte... ainda não sei se quero ser mãe. Não me acho madura o suficiente para cuidar de outro ser vivo... não sei mesmo. Mas tudo acontece do jeito que tem que ser... se for para ser, que seja. Encontrarei um homem que mereça ser pai dos meus filhos (porque esse homem vai ter que superar as expectativas...) e aí tudo vai se encaixar... e se não for desse jeito, eu vou ser feliz do mesmo jeito... SEMPRE!


E, como não podia deixar de ser, quero deixar um imenso abraço para minha mãe!!! Devo dizer que a minha mãe é o máximo... e ganha presente quatro vezes por ano... no aniversário, natal, dia das mães e dos pais... porque minha mãe foi pai também... e fez um ótimo trabalho... olha eu aqui!!!


Mamãe Sonia sempre batalhou muito para cuidar de mim, sempre teve um sexto sentido danado, acertando quando eu estava triste, feliz, puta da vida, com ciúmes... enfim... ela sempre soube. Companheirona mesmo. E devo a ela a educação livre que ela me deu, porque sou essa pessoa resolvida e independente graças a ela. Devo a ela também a confiança que ela sempre depositou em mim... apesar de eu ter sido a primeira da família a quebrar tabus, ela sempre me apoiou, concordando ou não, mas confiando no meu feeling...


Ah... além de tudo isso, ela é linda demais!!! Um Super Mulherão... e uma Super Mãe!!!


Obrigada mãe!!! Eu amo muuuuuuiiiiiiito você! E tenho dito isso menos do que eu gostaria...


E mesmo sem te ver

Acho até que estou indo bem

Só apareço, por assim dizer

Quando convém aparecer

Ou quando quero

Quando quero


Desenho toda a calçada

Acaba o giz, tem tijolo de construção

Eu rabisco o sol que a chuva apagou

Quero que saibas que me lembro

Queria até que pudesses me ver

És parte ainda do que me faz forte

E, pra ser honesto,

Só um pouquinho infeliz


Mas tudo bem

Tudo bem, tudo bem...


Lá vem, lá vem, lá vem

De novo:

Acho que estou gostando de alguém

E é de ti que não me esquecerei

(Quando quero.... Quando quero... Quando quero...

Eu rabisco o sol que a chuva apagou...

Acho que estou gostando de alguém...)


Giz – Legião Urbana... lembra minha mãe e o quanto eu a fazia escutar Legião... mas tudo bem...